VULCÃO QUÍMICO

OBJETIVOFoto0166
Estudar e analisar uma reação de neutralização.

MATERIAIS E REAGENTES
Bicarbonato de sódio
Vinagre
Corante
Espátula
Béquer

PROCEDIMENTOS
No béquer foi colocado 2 pontas de espátula de bicarbonato de sódio, acrescentou corante e vinagre sobre o bicarbonato de sódio, sendo observado o que ocorreu.

CONCLUSÃO

Vulcão feito por bancada

Vulcão feito por bancada


Ao adicionar o vinagre ao bicarbonato de sódio verifica-se que o vinagre começa, de imediato, a reagir com o bicarbonato de sódio. A reação entre o bicarbonato de sódio e o ácido acético (vinagre) produz o dióxido de carbono. O dióxido de carbono é um gás incolor, inodoro e mais denso do que o ar.
À medida que se vai formando dióxido de carbono, a partir da reação, este vai ocupando um volume cada vez maior, no fundo do vidro. Num determinado instante, o nível de dióxido de carbono passa a altura do vidro fazendo escorrer a nossa “larva”.

TEOR DE ÁLCOOL NA GASOLINA

INTRODUÇÃO
A gasolina é um combustível constituído basicamente por hidrocarbonetos e, em menor quantidade, por produtos oxigenados. Esses hidrocarbonetos são, em geral, mais “leves” do que aqueles que compõem o óleo diesel, pois são formados por moléculas de menor cadeia carbônica (normalmente de 4 a 12 átomos de carbono). Além dos hidrocarbonetos e dos oxigenados, a gasolina também pode conter compostos de enxofre e compostos de nitrogênio.

OBJETIVO
Esta experiência tem como objetivo determinar o teor de álcool na gasolina; posteriormente, serão discutidos os princípios subjacentes ao método usado para esta determinação.

MATERIAL E REAGENTES
15 mL de água
15 mL de gasolina
1 proveta de 25 mL
1 rolha para tampar a proveta

CUIDADOS
A gasolina é um líquido tóxico, bastante volátil; durante a realização desta experiência, mantenha o laboratório arejado e evite a inalação dos vapores de gasolina. Por outro lado, a gasolina é altamente inflamável; assim, durante a realização desta experiência, não deve haver qualquer chama acesa no laboratório.

PROCEDIMENTO

Teor de álcool na gasolina

Teor de álcool na gasolina

Usando a pipeta, coloque 15,0 mL de gasolina na proveta. A seguir, adicione 15,0 mL de água, tampe a proveta com a rolha e agite a mistura água-gasolina. Após deixar o sistema em repouso para que ocorra a separação das fases, determine o volume de cada fase. Então, calcule o teor porcentual de álcool na amostra de gasolina.

DISCUSSÃO
A gasolina é uma mistura de hidrocarbonetos obtida a partir da destilação de petróleo, não sendo, portanto, uma substância pura. No Brasil, antes da comercialização, adiciona-se álcool anidro à gasolina. A mistura resultante é homogênea (monofásica). A mistura água-álcool também é um sistema homogêneo (monofásico), com propriedades diferentes daquelas das substâncias que a compõem (densidade, ponto de fusão, ponto de ebulição, etc.). Já a mistura água-gasolina é um sistema heterogêneo, bifásico. Quando a gasolina (que contém álcool) é misturada à água, o álcool é extraído pela água e o sistema resultante continua sendo bifásico: gasolina-água/álcool. O álcool contido na gasolina dissolve-se na água porque suas moléculas são polares como as da água. Isto é, aqui aplica-se o dito “semelhante dissolve semelhante”: substâncias polares dissolvem-se melhor em solventes polares e substâncias apolares dissolvem-se melhor em solventes apolares. O teor porcentual (volume a volume) de álcool na gasolina, T%, pode ser calculado utilizando-se a seguinte expressão: T% = (Válcool / Vinicial gasolina) ´ 100% onde: Válcool = 10,0 mL – Vfinal gasolina Note que na última fórmula, o volume 10,0 mL se refere ao volume inicial da mistura gasolina álcool (se este volume for alterado, a fórmula tem que ser modificada de acordo).

CONCLUSÃO
De acordo com os cálculos realizados em laboratório, foi possível verificar um percentual de mais ou menos 35% de álcool na gasolina, que foi trazida de um posto de combustíveis. Ou seja, ultrapassando assim, o percentual permitido.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
http://www.cdcc.sc.usp.br/quimica/experimentos/teor.html. Acesso em: 15/12/2009.

Acadêmica: Kamilla Nayara Santos Pacheco

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FORÇA DOS ÁCIDOS

Introdução

A extensão de ionização de um ácido depende da sua maior ou menor tendência para ceder prótons.
Um ácido forte tem em solução aquosa uma ionização completa e quase irreversível, apresentando uma maior capacidade para ceder prótons e provocar um maior aumento de concentração de íons H3O+ na solução.
No exemplo considerado, o ácido clorídrico, HCl, que é um ácido forte apresenta uma ionização praticamente completa, enquanto que o ácido acético, CH3COOH, que é um ácido fraco em solução aquosa, ioniza-se em menor extensão.

Objetivos

Esta aula tem como objetivo comparar a velocidade de reação de um ácido forte com um ácido fraco. O balão acoplado a proveta com o ácido forte vai encher mais rapidamente do que o balão que está acoplado a proveta com ácido fraco.

Materiais e Reagentes
Cronômetro
Fita de magnésio
Balão de borracha
Proveta de 25 mL
Solução 1,0 mol/L de HCl, H3PO4, H2SO4, CH3COOH.

Procedimento experimental

Balão na proveta

Balão na proveta

Nesta experiência, podemos diferenciar os ácidos através de sua força. Cada grupo deverá realizar o ensaio com um ácido e comparar o resultado com os colegas.
Numa proveta de 25 mL acidionou-se na capela, 25 mL da solução 1,0 mol/L do ácido H2SO4. Num balão de borracha, foi colocado um pedaço de fita de magnésio (o balão foi amaciado rapidamente). Zerou o cronômetro. O tempo foi marcado, observando a altura do balão até o término da reação.

Balão enchendo

Balão enchendo

Conclusão
O ácido mais forte é o ácido sulfúrico, H2SO4, que necessitou de menor tempo para encher o balão. Sendo inflamável o gás usado para enchendo o balão.

Referência Bibliográfica
Apostila de química: Química analítica qualitativa. PUC – GO.

DECOMPOSIÇÃO DA ÁGUA OXIGENADA

Objetivo
Verificar a ação de catalisadores como forma de acelerar a velocidade das reações químicas.

Materiais e Reagentes
Peróxido de hidrogênio (água oxigenada)
Iodeto de Potássio
Detergente líquido comum
Provetas
Espátulas

Procedimento experimental

Resultado da decomposição

Resultado da decomposição


Foi colocado na proveta 20 mL de água oxigenada. Adicionou a mesma quantidade de detergente, com a espátula, acrescentou um pouco de iodeto de potássio a cada uma das provetas. Observando-o.

Conclusão
Na decomposição da água oxigenada, ocorreu a produção de espuma, aumentando gradativamente seu volume. Apresentando cor amarelada.

Acadêmica: Kamilla Nayara Santos Pacheco

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OBJETIVO
Ilustrar a oxidação de um açúcar.

MATERIAIS E REAGENTES
Erlenmeyer de 250 mL;
Sol. de hidróxido de sódio 5%;
Indicadores de pH;
30g de dextrose (glucose);
800mL de solução de hidróxido de potássio 0,7 M;

PROCEDIMENTOS
Adicionar 100mL de solução de KOH no primeiro erlenmeyer, em seguida adicionar 50 ml de KOH nos quatro erlenmeyers restantes e completar 100mL de volume com água. Adicionar 3 gotas de solução de NaOH a 5% nos 5 erlenmeyers depois colocar pequena quantidade (cristais) de azul de metileno até a solução adquirir uma coloração azul royal, não coloque muito azul de metileno pois coloração muito escura dificulta a visualização das mudanças de cor. Em seguida adicionar 2g de glicose em todos os recipientes. Observe que a coloração desaparece. Adicione os indicadores apenas em 4 erlenmeyers e está tudo pronto.

DISCUSSÃO
Quando agitamos o sistema, ocorre a oxidação da dextrose e a substância que era incolor antes da agitação passa a ser azul, pois, entrando em contacto com o ar que está dentro do erlenmeyer ela se oxida, quando volta ao repouso, o ar sobe e, consequentemente, a substância volta a ser a mesma do início e volta também a coloração inicial.

OBS: Esta reação só poderá ser vista por aproximadamente duas horas, pois a sacarose termina se oxidando totalmente.

O experimento da garrafa azul é muito interessante, sendo de grande valia aplicá-lo nas escolas, de ensino médio, podendo ser explicados vários conceitos, bem como os dos gases, promovendo com isso, uma maior atenção dos alunos, uma melhor interação com a matéria, promovendo o conhecimento, a aprendizagem desses.
Acadêmica: Kamilla Nayara Santos Pacheco

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Tornado

Materiais e reagentes

Tornado

1. Introdução

Uma reação química se baseia em uma transformação que envolve mudança na estrutura da matéria, representando um fenômeno químico. Embora ocorra em nível microscópico, com sentidos de diferentes formas, representando macroscopicamente estas transformações. Assim, podem ser observados diversos aspectos como mudanças de cor da solução, surgimento de novas fases, variações de temperatura, liberação de calor, entre outros. Estas observações são, entretanto, ainda úteis, para o experimentador atento e treinando na identificação de fenômenos de seu interesse.

Tornado

Tornado

Não obstante deve-se tomar cuidado com o contato com reagentes e produtos tóxicos que possam causar danos ao experimentador. A reação chamada de tornado é um equilíbrio de precipitação no qual duas soluções são misturadas levando à formação de um precipitado laranja, como está representado na equação I.
Hg(NO3)2 + KI → HgI2 + KNO3
A reação de complexação – Equação de formação do íon tetraiodo mercurato (II).
HgI2 + 2I- → HgI42-

 

 

2. Objetivo

Tem o objetivo de mostrar a perturbação do equílibrio químico em um experimento.

Resíduos

Resíduos

3. Materiais e Reagentes

• Uma estante com um tubo de ensaio
• Solução de iodeto de potássio 0,1 mol L-1
• Solução de nitrato de mercúrio II 0,1 mol L-1

4. Procedimentos

Num tubo de ensaio, adicione 20 gotas de
Hg(NO3)2, 0,1 mol L-1 e em seguida, gota a gota solução de KI 0,1 mol L-1. Observe. Agite e anote na folha

de resultados. Em seguida adicione um pequeno excesso de KI sólido. Observe.

5. Questionário

1. Complete a reação: Hg(NO3)2 + KI →
2. Qual a cor do produto formado?
3. Após adição em excesso de KI, o que ocorreu?
4. Escreva a reação de complexação.
5. O que ocorre após agitação do sistema? Ilustre por meio de desenhos.

6. Referências Bibliográficas

• http://www.cienciamao.if.usp.br/tudo/exibir.php?midia=fci&cod=_tornadodomestico. Acesso em: 25/11/2009.

A reação chamada de tornado é um equilíbrio de precipitação no qual duas soluções – A (2 g de Hg(NO3)2 e 100 mL de HNO3) e B (16 g de KI e 100 mL de H2O) – são misturadas levando à formação de um precipitado laranja, como está representado na equação abaixo:

Hg2+ + 2I- → HgI2
HgI2 + 2I- → HgI42-

O precipitado laranja inicial é o produto cineticamente favorecido (HgI2), o qual apresenta coloração laranja e é insolúvel. O íon HgI42- é termodinamicamente favorecido, o qual é incolor e solúvel. Sendo assim, um equilíbrio entre estas duas espécies (formação do precipitado seguido pela dissolução do mesmo) é alcançado e, devido à agitação do sistema, um efeito semelhante a um tornado pode ser observado.

Chuva Ácida

A chuva ácida é um fenômeno que ocorre nas grandes cidades devido à poluição causada pela emissão de óxidos na atmosfera. Este experimento tem como objetivo ilustrar a formação de um dos óxidos ácidos responsáveis pela chuva ácida e a ação desta sobre a vegetação. Para este experimento, utilizou-se 50 mL de uma solução de hidróxido de sódio 0,1 mol L-1 em um béquer de 500 mL, juntamente com algumas gotas de indicador fenolftaleína. Em um fio de cobre, prendeu-se um pedaço de papel de tornassol e na ponta uma pétala de flor preferencialmente de coloração vermelha. O fio de cobre foi preso na boca do béquer com um elástico. A seguir, colocou-se enxofre em pó até metade de uma tampinha de garrafa presa por um arame. A seguir levou-se a tampinha ao fogo de uma lamparina, segurando pelo arame e esperou-se o enxofre entrar em fusão. Então, rapidamente colocou-se a tampinha dentro do béquer, fechando-o com papel alumínio. Pode-se observar a formação de uma névoa branca e, depois de 5 min, observar mudanças no papel de tornassol, na solução e na pétala.
A névoa é formada por óxido de enxofre, que reagem com a água atmosférica para formar ácido sulfúrico. A geração desse ácido é evidenciada pela mudança de cor do papel de tornassol, pela neutralização da solução de hidróxido de sódio e pela descoloração da pétala.
As equações das reações químicas envolvidas no experimento foram:
I – Queima do enxofre:
S + O2 → SO2
II – Transformação do SO2 em SO3:
SO2 + 1/2O2 → SO3
III – Reações dos óxidos com água:
SO2 + H2O → H2SO3
SO2 + H2O → H2SO4


Kamilla Nayara Santos Pacheco

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Histórico

O plástico nasceu em 1862 quando o inglês Alexander Parker criou a parquesina, substância elástica extraída de resinas naturais aperfeiçoada quimicamente. Sete anos mais tarde, John Wesley Hyatt descobriu a celulóide, um material fabricado a partir da celulose natural tratada com ácido nítrico e cânfora, devido ao efeito de plastificação foi muito utilizada posteriormente.
O plástico sintético surgiu somente em 1909 com a produção da braquelita pelo americano de origem belga Leo Hendrik Baekeland.

 Plástico é um composto sintético ou natural que tem como ingrediente principal uma substância orgânica de elevado peso molecular. Em seu estado final é sólido, mas em determinada etapa da fabricação pode se comportar como fluído e adquirir outra forma. Em geral, os plásticos são materiais sintéticos obtidos por meio fenômenos de polimerização ou multiplicação artificial dos átomos de carbono nas grandes correntes moleculares dos compostos orgânicos, derivados do petróleo principalmente. O nome plástico vem do grego “plastikos”, que significa maleável. Os polímeros (moléculas básicas dos plásticos), estão presentes em estado natural em algumas substâncias vegetais e animais tais como a borracha, a madeira e o couro. A celulose, mesmo tendo propriedades plásticas, não se enquadra nessa categoria.

O plástico tornou-se, rapidamente, um dos maiores fenômenos da era industrial, garantindo durabilidade e leveza. Mas, como em sua maioria, não é biodegradável, tornou-se alvo de críticas quanto ao seu despejo em aterros, que crescem junto com o aumento populacional. Esse é um dos maiores problemas do fim do século XX.

A reciclagem de plástico começou a ser realizada pelas próprias indústrias, para o reaproveitamento de suas perdas de produção. Quando o material passou a ser recuperado em maior quantidade, separado do lixo orgânico, formou-se um novo mercado, absorvendo modernas tecnologias para possibilitar a produção de artigos com percentual cada vez maior de plástico reciclado.



Kamilla Nayara Santos Pacheco

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O efeito estufa, é um processo natural, isto é, criado pela natureza e necessário para a existência da vida na terra.

O Aquecimento Global, é o agravamento da temperatura do efeito estufa , procado pela ação predatória dos recursos naturais e principalmente a queima de combustíveis fósseis, como petróleo, gás, desflorestamento.

O efeito estufa é um fenômeno que ocorre quando há uma elevação da temperatura da terra, responsável pelo aquecimento global. Isso ocorre, porque a quantidade de (CO2) vem aumentado. Logo, uma maior quantidade de radiação infravermelha é absorvida, o que acarreta um aumento de temperatura. Nos últimos anos, descobriu-se que, além do (CO2) e do H2O. Outros gases que contribuem para o efeito estufa merecem destaque o CH4, N2O, o O3 e o CFC.

A água e o dióxido de carbono mantêm a terra aquecida, possibilitando a existência da vida animal e vegetal na planta. A fonte de calor, naturalmente, é o sol. Dos raios solares que incidem sobre o planeta, 30% não conseguem atravessar a atmosfera e são refletidos de volta para o espaço. Os outros 70% atingem a superfície terrestre, sendo que uma parte será absorvida por ela e o restante, refletido sob a forma de radiação infravermelha.

Existem dois acordos que visam a redução da emissão dos poluentes que aumentam o efeito estufa no planeta:

Protocolo de Kyoto

Entrou em vigor em 16 fevereiro de 2005. O principal objetivo é que ocorra a diminuição da temperatura global nos próximos anos. Infelizmente os Estados Unidos, país que mais emite poluentes no mundo, não aceitou o acordo, pois afirmou que ele prejudicaria o desenvolvimento industrial do país.

Conferência de Bali

Realizada entre os dias 3 e 14 de dezembro de 2007, na ilha de Bali (Indonésia), a Conferência da ONU sobre Mudança Climática terminou com um avanço positivo. Após 11 dias de debates e negociações. os Estados Unidos concordaram com a posição defendida pelos países mais pobres. Foi estabelecido um cronograma de negociações e acordos para troca de informações sobre as mudanças climáticas, entre os 190 países participantes. As bases definidas substituirão o Protocolo de Kyoto, que vence em 2012.



Kamilla Nayara Santos Pacheco

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O artigo propõe uma reflexão sobre as condições estruturais que determinam o fenômeno dos sistemas de reciclagem de resíduos sólidos na sociedade contemporânea, com especial ênfase no aspecto das relações de trabalho e na lógica da produção. Nesta perspectiva, examina-se a relação entre a produção de resíduos, o desequilíbrio ecológico e o estágio atual de desenvolvimento das forças produtivas, dentro da racionalidade do sistema de produção do capitalismo avançado, baseado na exacerbação do consumo e do descarte. Conclui-se que, na hipótese de um processo real de sustentabilidade, controlado pelo Estado – para além da regulação sociotécnica e econômica por um sistema de gestão integrada, desde a produção do lixo-resíduo-mercadoria, até a disposição final e a re-introdução do mesmo na cadeia produtiva – seria necessário contar com a disposição da gestão pública no sentido de implementar processos coletivos capazes de atuar sobre as dimensões cultural e educacional da sustentabilidade, alterando os padrões sociais de produção e consumo.

(ZANETI, Izabel Cristina Bruno Bacellar; SA, Laís Mourão e ALMEIDA, Valéria Gentil. Insustentabilidade e produção de resíduos: a face oculta do sistema do capital. Soc. estado. [online]. 2009, vol.24, n.1, pp. 173-192. ISSN 0102-6992. doi: 10.1590/S0102-69922009000100008.)

Comentário:

O tratamento de resíduos tanto sólidos quanto líquidos é muito importante, pois esse é um certa reciclagem, evitando com isso que a natureza não seja destruída. Essa conscientização tem que ser feita de uma maneira geral, todos tem que perceber a real necessidade do meio ambiente, preservando e protegendo-o. O reaproveitamento é uma questão fundamental para que o futuro aconteça.

Acadêmica: Kamilla Nayara Santos Pacheco.

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GOUVEIA, Nelson. Saúde e meio ambiente nas cidades: os desafios da saúde ambiental. Saude soc. [online]. 1999, vol.8, n.1, pp. 49-61. ISSN 0104-1290. doi: 10.1590/S0104-12901999000100005.

Dentro de alguns poucos anos, nosso planeta contará com mais habitantes em áreas urbanas do que em áreas rurais. A urbanização desenfreada, sem mecanismos regulatórios e de controle, típica dos países periféricos, trouxe consigo enormes repercussões na saúde da população. Problemas como a insuficiência dos serviços básicos de saneamento, coleta e destinação adequada do lixo e condições precárias de moradia, tradicionalmente relacionados com a pobreza e o subdesenvolvimento, somam-se agora à poluição química e física do ar, da água e da terra, problemas ambientais antes considerados “modernos”. Novamente, é sobre as populações mais carentes que recai a maior parte dos efeitos negativos da urbanização, gerando uma situação de extrema desigualdade e iniqüidade ambiental e em saúde. Para reverter esse quadro é preciso que haja uma reincorporação das questões do meio ambiente nas políticas de saúde, e a integração dos objetivos da saúde ambiental numa ampla estratégia de desenvolvimento sustentável. Uma abordagem mais integrada, com mecanismos intersetoriais que possibilitem um diálogo amplo entre as partes, trará enormes benefícios na conquista de melhores condições de vida nas cidades. A saúde ambiental hoje tem o desafio de promover uma melhor qualidade de vida e saúde nas cidades e a oportunidade de enfrentar o absurdo quadro de exclusão social, sob a perspectiva da eqüidade.

A população mais carente vem sofrendo as conseqüências dos atos da população mais rica, ou seja, a “podridão” da sociedade sobra para os mais pobres e os ricos no entanto, nem se importam com os mais necessitados. Os lixões, a poluição está presente na vida de muitas famílias, como sendo seu sustento para conseguir sobreviver. Um ambiente saudável tem que ser formado e preservado, para que com isso a vida tenha uma melhor qualidade e que a realidade hoje vivida por muitas pessoas possa ser mudada e melhorada.

Acadêmica: Kamilla Nayara Santos Pacheco

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A Teoria de Gaia foi formulada por James Lovelock a partir de estudos que ele desenvolveu para a Nasa no final da década de 1960.

A princípio encarada com descrédito pela comunidade científica, hoje ela é considerada como a mais revolucionária maneira de se entender a vida em nosso planeta desde que o biólogo inglês Charles Darwin formulou a Teoria da Evolução das Espécies, ainda em meados do século 19.

Em seus estudos, Darwin concluiu que os seres vivos evoluem adaptando-se ao meio ambiente através da seleção natural. Lovelock deu um passo à frente ao considerar o meio ambiente como um super organismo que também reage e se adapta às ações realizadas pelos seres vivos.

Comparando a atmosfera da Terra com a de outros planetas, como Vênus e Marte, que são considerados mortos, Lovelock concluiu que a biosfera de nosso planeta é um sistema vivo, capaz de gerar, manter e regular suas próprias condições ambientais. Desse modo, a vida na Terra cria as condições para a sua própria sobrevivência. Mesmo que para isso seja necessária a destruição de algumas espécies.

O nome Gaia vem da deusa grega também conhecida como Gea (geo, em grego, significa terra). Segundo Hesíodo, poeta que viveu no século 8 a.C, ela é a segunda divindade primordial, precedida apenas pelo Caos, o início de tudo.

LOVELOCK, James. A vingança de Gaia. Editora Intrínseca, 2001.

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